Escrevo para mim, sobre o que penso, o que sinto, o que vivo, no que acredito, e ao fazer isto, partilho contigo!
Quem somos? O que somos? Para onde vamos?
- Frequentemente, faço-me estas perguntas. Quanto mais as faço, mais me perco e, quanto mais me perco, mais procuro achar-me.
Não acredite em nada do que eu escrever. Acredita, sim, em Ti mesma e na tua Alma. Quando se rouba de um autor, chama-se plágio; quando se rouba de muitos, chama-se pesquisa. (Wilson Mizner) Bem Hajam!
Que duas pessoas discutindo, não quer dizer que se odeiam. Que duas pessoas felizes, não quer dizer que se
amam. Que o mundo dá voltas e a vida é uma sequência de desafios. Que algumas feridas saram, outras não.
Que quem vive do passado é museu. Que quem vive do futuro, não vive... Sonha. Que com a pessoa certa, uma vida é pouco tempo. Que com a pessoa errada, um minuto é muito.
Que mesmo acompanhada, ainda posso estar só. Que caráter vem do berço, não se compra. Que Amor não se exige, dá-se. Que meus amigos eventualmente vão me magoar, são
humanos.
Que um ato pode mudar toda uma vida. Que nem toda uma vida pode mudar alguns dos
nossos atos. Que o importante para mim, não é para outros e
isso não é defeito. Que a decência é uma prática diária.
Que humilhar é a pior das covardias. Que a capacidade de amar, é nata. Não depende de
terceiros. Que a beleza esta nos olhos de quem vê e nas coisas
mais simples da vida. Que tudo muda para melhor ou para pior mas muda.
Tradução: Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus. (O Lótus é o chakra).
Significa: Recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso chakra da coroa.
Avalokitesvara alcançou tão elevado grau de espiritualidade, como se tivesse subido a mais alta montanha. Destas alturas, estava para partir à planos ainda mais elevados, e distantes da terra, quando ouviu um gemido que vinha do inconsciente coletivo da humanidade.
O lamento por sua partida. Seu coração encheu-se de compaixão e Avalokitesvara prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução da humanidade.
Este juramento bodhisatva, é feito por todos os Mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir as sua evolução em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados.
Ao recitarmos o Mani Mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e não Ascensos da Grande Fraternidade Branca que estão constantemente empurrando - a Roda da Evolução Espiritual da humanidade.
Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet. Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG este é o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.
Qualquer pessoa pode entoá-lo. Estando feliz ou triste, ao entoar o "Mani Mantra", uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado.
O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso, pois contém a essência de todo o ensinamento.
Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tanto comentário importante.
De acordo com Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro de suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda.
O som de cada silaba é visto como tendo uma forma paralela espiritual.
Fazer o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade espiritual particular e para se identificar com isto.
Existe também um grande numero de outros beneficio que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.
OM - A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade. MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura. NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência. PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança. ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração. HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.
A senda das seis perfeições é a senda de todos os budas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana.
OM - Dissolve o orgulho MA - Liberta do ciúme e da luxuria. NI - Consome a paixão e os desejos PAD - Elimina a estupidez e danos. ME - Liberta da pobreza e possessividade. HUM - Consome a agressão e o ódio.
Os mantras são freqüentemente, os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres e que o compuseram. Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente. O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio. Dando o glorioso resultado de seu momentum de sabedoria.
Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana como Avalokitesvara.
O mantra OM MANI PADME HUM, chamado de mani mantra, levanta algumas traduções misteriosas. Diz a tradição que este mantra significa o nome Chenrezig. Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes. Estes nomes são a taça para a compaixão a benção e a força que ele derrama. Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, MANI PADME, colocado entre as duas silabas sagradas OM e HUM.
Parece-nos que Chenrezig, Avalokitesvara e Kuan Yin são os nomes do mesmo buda da compaixão.
OM - Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras. MANI - Jóia em sânscrito PADME - Lótus ou chakra HUM - A mente de todos os budas e freqüentemente finalizam os mantras. MANI - Refere-se a Jóia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos. PADME - Refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.
Dizendo MANI PADME estamos nominando Chenrezig através de seus atributos: "Aquele que segura a Jóia e o Lótus". Chenrezig ou Jóia do Lótus são dois nomes para a mesma deidade.
Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig. Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas. Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade. O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.
Sendo a deidade e o mantra um em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização. A recitação permanece efetiva.
Cada uma das seis silabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno.
OM - Purifica o corpo MA - Purifica a palavra NI - Purifica a mente PAD - Purifica as emoções ME - Purifica as condições latentes HUM - Purifica o véu que encobre o conhecimento
Cada silaba é ela mesma uma oração
OM - É oração dirigida ao corpo dos budas MA - É oração dirigida à palavra dos budas NI - É oração dirigida à mente dos budas PAD - É oração dirigida às qualidades dos budas ME - É oração dirigida à atividades dos budas HUM - Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas.
Estas seis silabas correspondem à transcendental perfeição dos budas secretos. OM - Ratnasambhava, Buda que nos inunda com sua sabedoria de igualdade e nos liberta do orgulho espiritual, intelectual e humano MA - Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme. NI - Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único Guru. PAD - Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância. ME - Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões : Todos os desejos intensos, cobiça, avareza e luxuria. HUM - Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio.
As seis silabas sagradas OM MANI PADME HUM são a essência das cinco famílias de budas secretos. São a fonte para todas as qualidades e profunda alegria. É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade da alma.
1 - Tenha controle da sua língua. Sempre diga
menos do que pensa. Cultive uma voz baixa e suave; a maneira de falar, muitas
vezes, impressiona mais do que aquilo que se fala.
2 - Pense antes de fazer uma promessa e depois
não dê importância do quanto lhe custa.
3 – Nunca deixe passar uma oportunidade para
dizer uma palavra meiga e animadora a uma pessoa, ou a respeito dela.
4 - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações,
seu bem-estar, seus lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com
os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontrar sentir que você lhe
dispensa importância e atenção.
5 - Seja alegre. Conserve para cima os cantos
da boca. Esconda as suas dores, seus desapontamentos e inquietações sob um
sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las.
6 - Conserve a mente aberta para todas as
questões da discussão. Investigue, mas não argumente. É marca de ser
superior... discordar e ainda conservar a amizade.
7 - Deixe as suas
virtudes falarem por si mesmas e recuse falar das faltas e fraquezas dos
outros. Desencoraje murmúrios. Fale coisas boas aos outros.
8- Tenha cuidado
com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e frequentemente
magoam quando menos se espera.
9- Não faça caso
das observações más a seu respeito. Só viva de modo que ninguém acredite nelas.
Nervosismo e indignação são causas comuns para maledicência.
10- Não seja tão
ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conserve seu
temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.
O sexo, no templo da vida, é um dos altares em que a divina luz do amor se manifesta.
A ele devemos, no mundo, a bênção do lar, a ternura das mães, os laços da consanguinidade, a coroa dos filhos, o prêmio da reencarnação, o retorno à lide santificante...
Através dele, a esperança ressurge em nossa alma e o trabalho se renova para nosso espírito, na esteira dos séculos, para que o tempo nos reajuste, em nome do Eterno Pai...
Fonte de água pura — não lhe viciemos o manancial.
Campo de renovação — respeitemo-lo.
Escada para o serviço edificante, usada na consagração do equilíbrio, conduzir-nos-á ao monte resplendente da sublimação espiritual — não a convertamos, pois, em corredor descendente para o abismo.
Dos abusos do sacrário em que o Senhor situou o ofício divino da gênese das formas, resultam para a Terra aflitivas paisagens de amargura e desencanto, desarmonia e pavor.
Rendamos culto a Deus, na veneração do jardim em que a nossa existência se refaz.
Se o amor nos pede sacrifício, saibamos renunciar construtivamente, transformando-nos em servidores fiéis do Supremo Bem. Se a obra do aperfeiçoamento moral nos impõe o jejum da alma, esperemos no futuro a felicidade legítima que brilhará, por fim, em nossas mãos.
A Lei segue-nos, passo a passo.
Não nos esqueçamos.
Em qualquer circunstância, recordemos que o sexo é um altar criado pelo Senhor no templo imenso da vida.
Santificá-lo é santificar-se.
Conspurcá-lo será perdermo-nos no espaço e no tempo, descendo a escuros precipícios da morte, dos quais somente nos reergueremos pelos braços espinhosos da dor.
pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Mãe, Médium: Francisco Cândido Xavier (Fonte: www.caminhosluz.com.br )